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Frases Manuel Bandeira – Poesias Para Mensagens, Fotos e Status

Conhecido como um dos grandes nomes da literatura brasileira, Manoel Bandeira foi um poeta, crítico literário, de arte, professor de literatura e tradutor. Ele é considerado como uma das grandes personalidades da semana de 1922, do modernismo brasileiro.

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O poema “Os Sapos” foi o que abriu a Semana de Arte Moderna, ao lado de grandes outros nomes culturais do Brasil. Além de tudo isso, ele é conhecido por ser um dos maiores representantes do estado de Pernambuco.

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Veja abaixo algumas das principais frases que o tornaram como um dos maiores nomes da literatura brasileira e fique por dentro.

Frases Manoel Bandeira – Poesias Para Mensagens, Fotos e Status

Quero a delícia de poder sentir as coisas mais simples. Manuel Bandeira
Vivo nas estrelas porque é lá que brilha a minha alma. Manuel Bandeira
Eu me amo porque se eu não me amar quem vai me amar? Manuel Bandeira
Uns tomam éter, outros cocaína. Eu já tomei tristeza, hoje tomo alegria. Manuel Bandeira
O dia vem, e dia a dentro Continuo a possuir o segredo da grande da noite. Manuel Bandeira
A existência é uma aventura, de tal modo inconsequente. Manuel Bandeira
Os anjos não compreendem os homens. Manuel Bandeira
Porém já tudo se perdeu no olvido imenso do passado Manuel Bandeira
Eu faço versos como quem chora… Eu faço versos como quem morre. Manuel Bandeira
Vou me embora para passagarda. Manuel Bandeira

 

Não aprofundes o teu tédio, não te entregues à mágoa vã. Manuel Bandeira

A vida inteira que podia ter sido e que não foi. Manuel Bandeira

Minh’alma sofre e sonha e goza. Manuel Bandeira

Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo Porque os corpos se entendem, mas as almas não. Manuel Bandeira

Vi ontem um bicho Na imundície do pátio Catando comida entre os detritos. Quando achava alguma coisa, Não examinava nem cheirava: Engolia com voracidade. O bicho não era um cão, Não era um gato, Não era um rato. O bicho, meu Deus, era um homem. Manuel Bandeira

Vi uma estrela tão alta, Vi uma estrela tão fria! Vi uma estrela luzindo Na minha vida vazia. Manuel Bandeira

Ser como o rio que deflui Silencioso dentro da noite. Não temer as trevas da noite. Se há estrelas nos céus, refleti-las. E se os céus se pejam de nuvens, Como o rio as nuvens são água, Refleti-las também sem mágoa Nas profundidades tranquilas. Manuel Bandeira

Porque nós temos saudades com famílias? Porque quando sozinho sempre temos saudades, depressão com os que nos amamos? Manuel Bandeira

O que tu chamas tua paixão É tão somente curiosidade E teus desejos ardentes vão Batendo as asas na irrealidade. Manuel Bandeira

Que importa a paisagem, a glória, a baía, a linha do horizonte? O que eu vejo é o beco. Manuel Bandeira

Assim eu quereria meu último poema: Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume A pureza da chama que consome os diamantes mais límpidos A paixão dos suicidas que se matam sem explicações. Manuel Bandeira

Poeta sou; pai, pouco; irmão, mais. Lúcido, sim; eleito, não; E bem triste de tantos ais Que me enchem a imaginação. Com que sonho? Não sei bem não. Talvez com me bastar, feliz Ah, feliz como jamais fui!  Arrancando do coração Arrancando pela raiz  Este anseio infinito e vão De possuir o que me possui. Manuel Bandeira

Vamos viver no Nordeste, Anarina. Deixarei aqui meus amigos, meus livros, minhas riquezas, minha vergonha. Deixaras aqui tua filha, tua avó, teu marido, teu amante. Aqui faz muito calor. No Nordeste faz calor também. Mas lá tem brisa: Vamos viver de brisa, Anarina. Manuel Bandeira

Não te retires ofendida. Pensa que nesse grito vem O mal de toda minha vida: Ternura inquieta e malferida Que, antes, não dei nunca a ninguém. E foi melhor nunca ter dado: Em te pungindo algum espinho Cinge-a ao teu seio angustiado. E sentirás o meu carinho. Manuel Bandeira

Teresa, se algum sujeito bancar o sentimental em cima de você E te jurar uma paixão do tamanho de um bonde Se ele chorar Se ele se ajoelhar Se ele se rasgar todo Não acredita não Teresa É lágrima de cinema É tapeação Mentira Cai fora. Manuel Bandeira

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