3 Histórias de reencontros inacreditáveis e emocionantes

A vida já tirou alguém de perto de você e, de repente, te colocou a lado a lado com essa pessoa outra vez? É inacreditável como isso tudo acontece. Pensando nisso, reunimos essas 3 histórias de reencontros que vão te surpreender e emocionar. Confira.

De colegas de trabalho a irmãs separadas há mais de 30 anos

Duas mulheres que trabalhavam juntas em um bar chamado Russian Lady Bar, desde 2013, em New Haven – Connecticut, descobriram que haviam nascido na República Dominicana, adotadas lá.

Após essa descoberta e por terem características físicas semelhantes, os demais colegas de trabalho brincavam: “vocês parecem irmãs”. No entanto, ninguém jamais teria imaginado que isso pudesse ser, de fato, verdade.

Até porque os registros não batiam. Isto é, segundo seus documentos, as cidades eram diferentes, bem como os sobrenomes registrados nos papéis. Inclusive, o nome da mãe também não era o mesmo.

Julia Tinetti, de 31 anos, e Cassandra Madison, de 32, então, procuraram coletar novas informações. Pois, dadas as  semelhanças, sabiam que tinha alguma coisa boa por trás.

Contaram, então, com a ajuda de Molly Sapadin, de 31 anos, com quem Julia cresceu, pois as mães adotivas eram amigas.

Molly teria sido adotada, também, na República Dominicana, após o nascimento em 1990. Cogitaram, assim, que Cassandra e Molly poderiam ser irmãs. No entanto, após um teste de DNA, descobriram que eram primas de terceiro grau.

Então, as três mulheres imaginaram que seus documentos poderiam estar errados. No fim das contas, as informações nos documentos entre Julia e Molly estavam trocadas.

Mesmo assim, com o teste, conseguiram chegar a um primo de Cassandra e, em seguida, a seu pai biológico, do qual tiraram a informação de que havia uma irmã.

Foi assim que Cassandra pressionou Julia a fazer um novo teste e, dessa forma, descobriram que eram irmãs, filhas do mesmo pai e da mesma mãe.

Elas foram para a adoção porque o casal não tinha condições para manter a família inteira, na época: são um total de nove filhos. Apesar disso, elas ficaram felizes com a descoberta.História de reencontro

Após 46 anos separados, casal retomou romance

Cione e Carlos estavam noivos há pelo menos dois anos e meio, quando Cione, que tinha 19 anos, resolveu estudar e fazer faculdade. Por outro lado, Carlos, de 21, não quis acompanhá-la. Por isso, romperam o noivado.

Ambos estudaram e fizeram suas vidas ao lado de outras pessoas. Inclusive, os dois tiveram um casal de filhos. Mas Cione se divordiou e Carlos perdeu sua primeira esposa para o câncer. Casou-se novamente, mas o divórcio veio 25 anos depois.

Quando isso aconteceu, a irmã de Carlos ligou para Cione, para avisar que estava solteiro. Porém Cione hesitou, visto que eram 46 anos sem qualquer tipo de contato.

Mas, com o reencontro, perceberam que ainda se amavam e, portanto, namoraram por um ano e meio, até decidirem se casar. Depois de quase 5 décadas separados, Carlos afirma que Cione é o amor de sua vida.

Isso é tão verdade que nunca se desfez das fotografias juntos. “A essência dela é a mesma daquele tempo”, afirma Carlos. Também, Cione confessa que nunca o esqueceu.

Casal separado por 46 anos

A cadelinha que reencontrou a dona 12 anos depois

A cadelinha de María José Valverde sumiu de sua casa no dia 27 de julho de 2004. Na época, Chispa tinha 17 meses e fugiu por uma porta mal fechada, desaparecendo assim pelas Islas Menores, em Múrcia.

Após tempos de buscas, María já estava aceitando que talvez não conseguiria mais encontrar Chispa. Porém, nunca se esqueceu dela.

Prova disso é que, um dia antes do reaparecimento de Chispa, María disse ao  marido sobre o animal de estimação de outro casal, no supermercado: “parece a Chispa”.

A amiga de María, Teresa, passeava com seus três cachorros, de férias em Los Nietos, quando se deparou com uma cadelinha solitária. Logo que a viu, pegou-a nos braços e tentou encontrar seu dono.

Sem sucesso, levou a cadela para a casa de uma amiga e, no dia seguinte, penduraram anúncios de cachorro encontrado. Dois dias depois, resolveram levá-la ao veterinário, onde descobriram que a cadelinha estava com catarata, perda parcial da audição e que seus dentes estavam deteriorados.

Também, descobriram um chip com os dados pessoais de María José Valverde.

Quando ligaram para María, Teresa já não tinha mais dúvidas. Antes de devolvê-la à amiga, levou Chispa ao pet shop e cuidou de seu tratamento.

No reencontro, María ficou grata por existirem pessoas tão boas e, mais ainda, por rever a cadela cuja coleira guardou por 12 anos.Separadas por 12 anos

Elouise Lopes
Redatora da WebGo Content. Graduanda em Comunicação Organizacional na UTFPR, com experiência na área de Gestão de Pessoas e Marketing Digital.

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