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Pai Oxóssi – Significado e História

Oxóssi é considerado o orixá da caça, das florestas e também dos animais. Filho de Oxalá com Iemanjá é um orixá muito ligado à ideia de caça das boas influências e energias positivas. Seu nome em Iorubá significa “guardião popular”.

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A cosmologia traz que Oxóssi nunca precisava mais do que uma flecha para pegar as suas presas. Traz também que este orixá se envolveu com Oxum em uma paixão avassaladora assim que se conheceram. Quando eles se conheceram, Oxum vestiu Oxóssi de mulher pra que assim pudesse entrar na casa de Oxalá.

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Os filhos deste orixá são muito comunicativos e, na maioria das vezes estão de bom humor e são companhias agradáveis. São amantes da noite, afinal é o seu horário preferido de caça. São pessoas determinadas, que sabem o que procuram e não descansam até conseguirem.

Diante de relacionamentos, são pessoas muito dedicadas ao relacionamento, porém se magoam com facilidade e pode se difícil conquistar o seu perdão. Também são muito focados e trabalhadores.

oxossi

Os tipos de Oxóssi

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Dependendo de cada região e história é possível encontrar as seguintes “variações” deste orixá

  • Otin: vive na mata e tem um temperamento bastante explosivo. Gosta da cor azul e está ligado a Ogum.
  • Jenipapo: de Iyamis Osorongá é dono do Irukere.
  • Ibualamo: apresenta-se nas águas do Rio Irinlé. Gosta da cor branca e veste sempre um chapéu de palha. Tem a personalidade de um velho caçador e tem relação com Omolú e Oxun.
  • Inkule: habita as montanhas, gostad a cor turquesa e tem ligação com Oxaguiã e Jagun.
  • Inle: tem ligação com Oxaguiã e Yemanjpa, é um jovem caçador e pede por cultos às margens de rios.
  • Dana Dana: gosta da cor azul claro, tem relação com Exu e Ossain, é um caador afrontoso e que não teme a própria morte.
  • Karé: tem relação com as cores azul e dourado. É ligado à Oxum e Logun Edé.
  • Inseewé: é um Oxóssi da mana, senhor das florestas, com conexão com as flores e folhas. Usa um capacete que cobre quase todo seu rosto e veste chapéu de palha.
  • Infamí: só usa a cor branca e tem relação com Oxaguiã e Oxalufã.
  • Akueran: é um orixá ligado aos poderes profundos da mara, veste azul, vermelho e verde claro e tem relação com o sentimento de fartura.

Oferendas para Oxóssi

O primeiro ponto a se lembrar é que Oxóssi não gosta de mel, ao contrário da maioria dos outros orixás. Suas oferendas preferidas são:

  • Axoxo: cozinho um milho vermelho, depois que esfriar, o coloque no alguidar de barro, cubra com melaço e finalize com a fruta coco.
  • Melão de Oxóssi: divida o melão ao meio, regue com muito melaço e coloque as lascas de coco, por cima, regue com vinho branco.

Um pouco sobre a tradição da umbanda no Brasil

A palavra Umbanda pode ser dividida em dois tempos: Um e banda. Um ou aum é um poderoso mantra e, quando esse som nasal é pronunciado repetidamente, ele coloca o ser em harmonia e em conjunção com o Cosmos. Banda, significa estar junto, e suas raízes vem do sânscrito.

É traduzida de várias maneiras como: aproximar, juntos ao longo do caminho de Deus, juntos sob a luz divina, a liberação dos limites, o limite do ilimitado, etc. Por isso, trata-se de um fenômeno religioso muito espalhado que ocorre no Brasil e nos países limítrofes.

A origem de seus rituais está fincada na África e o conteúdo do seu dogma é baseado numa história comum que foi repetida em alguma ocasião por toda a América. Junto com a escravatura, veio a proibição das práticas religiosas da raça escravizada.

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Portanto, era preciso continuar e lutar com energia renovada. Primeiro, o culto era disfarçado sob uma aparente aceitação do cristianismo, a fim de não haver conflito com seus “donos”, que consideravam as práticas africanas “cerimônias pagãs”.

Esta ressignificação não representa o abandono da fé, porque os dominaram podiam ser donos de seu corpo mas não eram donos de suas almas. Eles faziam suas orações diante da imagem de Cristo ou da Cruz, mas na verdade estavam prestando homenagem à Oxalá ou Obatalá.

Mas a sua crença nos orixás era incorruptível, e a imposição de adorar outras imagens, santos, deuses e formas totêmicas simplesmente ampliou o campo de sua percepção para a tristeza da discriminação e do mal entendimento.

Com o passar do tempo, pessoas escravizadas passaram a ser acessadas também como fonte de conhecimento e cura em algumas situações. Com a umbanda sendo uma religião aceita mais recentemente no Brasil.

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