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Você ama do jeito que a pessoa é ou como gostaria que fosse?

Uma das principais questões para manter um relacionamento saudável é o respeito com a individualidade do outro, afinal, não é legal termos uma relação com um espelho – aquela pessoa que se parece muito com você, em vários âmbitos. O problema de uma relação-espelho é que um indivíduos cria expectativas muito altas em relação ao outro, pois almeja que o seu par pense e aja exatamente da mesma forma que você agiria. O primeiro ponto é que isso nunca vai acontecer, pois somos seres com diferentes bagagens.

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O segundo ponto é pensarmos que nas relações temos muito o que ensinar, mas também muito o que aprender. Portanto, se permitir amar o diferente é primeiro reconhecer que erramos e que estamos nesta jornada de vida para aprender com todos, tanto aqueles que convivem com a gente dentro de casa, quanto com mestres que a vida nos coloca. Diante desta compreensão de que criar expectativa diante do outro é criar frustrações em si, a primeira resposta para esta pergunta é se você não está criando uma imagem perfeita e inatingível?

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Com esta resposta, podemos aprofundar um pouco mais esse questionamento. É comum que a gente crie as melhores versões das pessoas que amamos, entretanto, muitas vezes acontece um excesso de vontade em ter esta relação a ponto de segurá-la com todas as suas forças, a tal ponto que as suas projeções sobre esta pessoa acabam se tornando maiores do que a sua rotina e própria convivência com ela. Isso significa que mesmo que a pessoa esteja cometendo erros, você passa a ignorá-los, sobrepondo os momentos com projeções que pertencem apenas ao passado.

Como pensar relações

As relações são complexas e dificilmente nos dedicamos a pensar sobre a saúde das relações ao nosso redor. Um dos momentos que costumamos fazer isso é na terapia, quando abrimos nosso coração e mente para dialogar sobre questões. Entretanto, nem todos têm acesso a terapia ou então, quando tem, nada nos impede de despendermos mais tempo para pensar sobre as relações que estão atravessando a nossa vida.

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Um excelente exercício para refletir sobre as relações é ir para um local calmo, de preferência próximo a natureza e água, como rios e mares. Leve consigo um caderno e uma caneta. Faça uma linha no meio da folha e comece a escrever de um lado os pontos positivos e de outro os pontos negativos da relação com aquela pessoa. Os pontos positivos podem ser coisas que vocês fazem juntos, gostos em comum e também traços da personalidade da pessoa que você admira. Já os pontos negativos, podem ser brigas, desentendimentos, traços da personalidade que você não gosta, atitudes que não convergem com seus pensamento etc.

Na hora de escrever essas características, tente pensar de forma bem livre, sem julgamentos sobre os apontamentos levantados. Escreva tudo, na dúvida, escreva. Este será um material pessoal seu para analisar as suas relações e ninguém precisa ter acesso. Inclusive, se você preferir, jogue fora ou queime o papel após ler e internalizar os escritos.

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Como chegar em conclusões

Muitas vezes terminar uma relação é difícil e doloroso. Antes mesmo do término, podemos sofrer com a falta do outro, o medo de ficarmos sozinhos ou então uma saudade precipitada. É comum e mesmo o término de relações que já não estão tão boas, é doloroso. Entretanto, é preciso ter empatia consigo mesmo e conseguir decifrar se esta relação realmente te soma ou diminui.

Uma dica muito legal nesses casos de relações desgastadas é ouvir as pessoas que estão à nossa volta. Se alguém da sua família ou então seus amigos, estão te alertando que a sua relação está estranha, que você precisa analisar algum aspecto, ouça. Por estarem de fora, essas pessoas que te amam conseguem visualizar questões que ainda podem estar nebulosas para você.

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É claro que todas as ações, ou pelo menos, quase todas elas, são reversíveis, entretanto, relações que ficam em uma vibração de “vai e vem” dificilmente são saudáveis, pois é comum que as pessoas se adaptem a mudanças em um curto período, mas que com o passar o tempo elas voltem a agir da mesma forma, então seja conclusivo.

Não se esqueça de sempre ter em mente que uma relação são concessões, mas essas concessões precisam ser pequenas e poucas, pois qualquer relação que te anule enquanto indivíduo não é uma relação saudável. Se priorize e respeite o espaço individual do outro, esta é uma ótima maneira de estabelecer um começo de relação saudável e que tende a ser muito alegre e leve.

 

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