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Crianças solucionando problemas de adultos – É isso que acontece

A princípio, pode parecer estranha a ideia de ver crianças solucionando problemas de adultos. Afinal, é claro que podem ser difíceis a ponto de, às vezes, nem eles conseguirem resolver.

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É claro que os adultos têm cérebros mais desenvolvidos do que as crianças, assim como têm mais controle sobre seus corpos do que elas. Em vista disso, muitas pessoas podem concordar que eles conseguem resolver melhor os seus problemas.

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Mas um estudo feito nos Estados Unidos pode mostrar o contrário e surpreender muita gente. Confira essas crianças solucionando problemas de adultos e veja no que dá.

Sobre o estudo

A pesquisadora Sophie Brigers, da Universidade da Califórnia, surpreendeu ao revelar que, em certas circunstâncias, crianças podem resolver problemas melhor do que os adultos. Para tanto, realizaram um estudo.

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Os pesquisadores apresentaram uma máquina dois grupos: um de universitários e outro de crianças de 4 a 5 anos. Nesse sentido, essa máquina acendia uma lâmpada e tocava uma música quando se colocavam objetos de tamanho específico sobre ela. Inclusive, esses objetos têm nome: blickets.

Porém, vale ressaltar que os participantes não foram informados sobre esses objetos. Assim, não eles sabiam quais eram quais.

Nesse sentido, metade dos participantes viu muitas demonstrações em que que somente se se colocasse um blicket sobre a máquina ela funcionaria. A outra metade, por sua vez, viu demonstrações que implicavam dois blickets.

Depois de assistirem a essas demonstrações, cada grupo tinha de apontar quais dos objetos eram blickets.

Como funciona a máquina

A máquina que se usou no estudo foi essa:Crianças solucionando problemas de adultos:Estudo - BlicketsComo explicamos anteriormente, um grupo viu que, para que a máquina funcionasse, precisava-se de um blicket, enquanto o outro grupo viu que se precisavam de dois blickets.

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Sendo assim, no caso do grupo 1, quando se colocou o objeto circular ou o objeto retangular, a máquina funcionou. O objeto triangular, por sua vez, não fazia a máquina funcionar.

Portanto, os blickets eram o círculo e o retângulo, enquanto o triângulo não era.

No caso do grupo 2, os participantes viram combinações dos objetos sendo colocadas sobre a máquina. Assim, quando se colocaram, por exemplo, o objeto circular e o objeto triangular juntos, a máquina não acendia. Mas, quando um objeto circular se posicionava sobre a máquina, junto com o objeto retangular, ela acendia.

Isso porque, se um blicket fosse colocado lado a lado com um não blicket, a força dele se anulava. Logo, a máquina não acendia. Mas se dois blickets estivessem juntos, um terceiro objeto não anularia sua força, então a máquina acendia. Ou seja, a máquina também funcionava com a combinação dos três objetos.Crianças solucionando problemas de adultos

Adultos inflexíveis

Os adultos se prenderam à ideia de que só um blickets poderia acender a máquina. Logo, na hora das conclusões, fizeram confusão. Isso porque se prenderam à regra da causa única. Então, para eles, a forma combinada foi conflituosa de se entender.

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Em outras palavras, as crianças e os adultos aprenderam bem sobre o padrão de causa única. Porém, os adultos não se permitiram encarar uma situação ambígua. Por conta disso, para eles, só havia um blickets presente.

Mas as crianças foram mais espertas e presumiram logo que havia dois blickets presentes.

Hora da conclusão: sobre os adultos

Os pesquisadores concluíram, então, que os adultos tinham convicções mais fortes sobre como a máquina funcionaria. Isso, porém, distorceu sua interpretação do que observaram.

Em geral, os adultos parecem ter evidências através de suas experiências passadas, o que pode acabar comprometendo sua visão sobre os eventos do acaso e, portanto, os impede de tirar conclusões consistentes a partir de uma observação.

As criançasCriança esperta

Ao contrário dos adultos, elas carecem de expectativas tão fortes. No meio disso, são mais influenciadas pelas evidências. Então, de certo modo, pode-se concluir que as crianças têm capacidade de encontrar soluções que estão muito claras, mas à qual o adulto não consegue chegar por colocar diante de si mesmo a barreira das suposições e expectativas.

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Ou seja, as crianças estavam de mente mais aberta do que os adultos a entender o que estava acontecendo, pois não precisavam hesitar nas suas conclusões, por não terem experiências ou valores para revisar de antemão.

Ao contrário dos adultos, é assim que as crianças vivem: elas buscam explorar e conhecer o novo, pois cada experiência é única.

Redatora da WebGo Content. Graduanda em Comunicação Organizacional na UTFPR, com experiência na área de Gestão de Pessoas e Marketing Digital.

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